Confraria do Senhor organiza convívio com lotação esgotada

A época de Verão é alta no que aos convívios diz respeito. A 16 de Agosto, no monte de S. Silvestre, foi a vez da Confraria do Senhor organizar um almoço convívio com 340 pessoas à mesa. O objectivo era a angariação de fundos e o evento superou mesmo as expectativas.

O receio inicial de haver muitos convívios nesta altura do ano passou para segundo plano à medida que as inscrições foram chegando. Os mesários da Confraria do Senhor organizaram o primeiro evento para a angariação de fundos e terminou com balanço extremamente positivo.

Não faltou comida, cabrito ou pá de porco, bebida e até mesmo porco no espeto para toda a gente, que como é habitual para a Confraria foi uma oferta de Manuel Rocha.

“Esperávamos menos gente e apareceu muita mais do que o esperado, até tivemos de não aceitar algumas inscrições”, contou-nos o juiz Carlos Freitas. O mesmo adiantou que o dinheiro angariado é para “aplicar nas obras da retaguarda da tribuna”.

Claro que este evento exigiu a ajuda de todos mas, no final, “conseguimos fazer tudo com as pessoas que nos ajudaram”, agradeceu.

Durante o dia de festa também não faltou a presença de Gaspar e amigos que encantaram todos com o toque das concertinas e o cantar ao desafio. De salientar a presença de muitos turistas neste convívio de Agosto.

Além da obra que está em mente, Alcídio Araújo, o secretário, frisou que o “convívio serve também essencialmente para angariar fundos para manter os actos do culto e a participação das pessoas na igreja”. Dizia à nossa entrevista que pretendem “manter a Igreja cuidada para que as pessoas se possam sentir bem e a continuar a participar nos actos do culto”.

Quanto às dificuldades falou-nos, naturalmente, do receio inicial de não angariar a gente necessária para o convívio, mas ultrapassou as expectativas e temos razões suficientes para estarmos satisfeitos”.

E já a pensar no próximo, Alcídio lembrou que “com certeza será melhor porque isto é uma aprendizagem. Para todos, ou quase todos, é a primeira vez que estão a passar por uma situação destas, portanto numa próxima oportunidade correrá, com certeza, melhor”, salientou.

Já o tesoureiro, António Correia, falou-nos do balanço feito pelos convivas: “correu bem e bem organizado”.

“As nossas expectativas e receios eram que como houve muitos convívios na Paróquia o nosso fosse sofrer, mas pensamos que não porque o almoço teve muita adesão e, se abríssemos mais o leque de inscrições, teríamos o dobro das pessoas”, frisou novamente.

Claro que em termos logísticos, e com as inscrições no limite, é sempre complicado gerir essa situação o que cria, de certo modo, um ambiente pesado, como constatou o tesoureiro.

Além da obra nas traseiras da tribuna, António contou-nos que a curto-médio prazo a Confraria pretende enobrecer o adro da Igreja Paroquial jardinando, mas sem relva, a parte de cima do adro, junto às oliveiras de cima. “Queremos que dignifique o adro porque contradiz com os outros espaços”.

Nos primeiros meses de trabalho tem sido importante o papel de orientação do senhor Padre Vítor “não impedindo as nossas ideias, mas estando sempre presente nos momentos em que faz falta”.

Para António esta Confraria conta com a particularidade de misturar a idade com a maior disponibilidade, mas mais importante que isso é a junção da experiência de vida com a maturidade dos mais novos que já passaram pela Confraria. “Conseguimos fazer uma junção perfeita e levar a bom porto os trabalhos”, concluiu.

 

 

 

 

 

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